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Figuras do Presépio invadem Monsaraz!

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Presépio gigante de rua, com figuras em tamanho real, regressa sexta-feira a Monsaraz. Pelas 11 da manhã, nas Portas da Vila, o Grupo Coral da Freguesia de Monsaraz abre a festa com os seus Cantos de Natal. As Figuras do Presépio tomam conta de Monsaraz. E até aos Reis, a vila medieval é delas! Delas (de quantos a habitam e gostam!) e dos muitos milhares que vão passar por lá para ver Natal dentro de muralhas com vistas d'Alqueva Espraia-se pelas ruas da vila até ao Largo do Castelo. Aí ficará o conjunto principal: A Virgem, São José e o Menino Jesus. As outras figuras (ao todo são 48) distribuem-se pelas ruas da vila. Em tamanho natural, estruturas de ferro e rede, cobertas por panos de cor crua, pintadas em tons pastel, rosa velho e lilases. Caras e mãos feitas em cerâmica. Por lá vão estar os Reis Magos, o pastor, os guardas do castelo, o oleiro, o almocreve, a lavadeira e a fiadeira. E muito mais! Tudo impermeabilizado e tratado para aguentar a chuva. À noi...

Mistérios de prazer e sedução? Ou somente ternura e paixão?

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Das muitas flores que todos os dias trazem ao Descobrir PORTUGAL. Sem razão ou lógica de escolha, apenas cor, ternura, gesto... Para nós. Para que qualquer um (que por aqui passe) possa cheirar, gostar e oferecer. Desde que não esqueça de dizer quem trouxe e deu...! • Basta clicar na imagem para ampliar e contemplar a fotografia original! Das muitas flores que todos os dias trazem ao Descobrir PORTUGAL ... Sem razão ou lógica de escolha, apenas cor, ternura, gesto... Para nós. Para que qualquer um (que por aqui passe) possa cheirar, gostar e oferecer. Desde que não esqueça de dizer quem trouxe e deu...! • Basta clicar na imagem para ampliar e contemplar a fotografia original!        Pelo Jardim: Viva quem é uma flor! Apetece falar de flores. Vá se lá saber porquê... Flores mesmo, sem subterfúgio ou segundo sentido de palavra. Daquelas que nascem das hastes e ramos de... (Ler Mais) Se não é "flor que se cheire"... Flores...

"Da mesma flor, a abelha tira o mel e a vespa o fel"

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Na linguagem, no imaginário, no dia-a-dia… associamos as flores a quase tudo. E a partir delas fazemos afirmações significativas e… significantes. Entre o viva quem é uma flor e o não é flor que se cheire vai um abismo de leituras, vontades e intenções. E do cumprimento (que é explícita manifestação de agrado por um encontro) ao qualificativo (de revés, quase a pedir abano de cabeça) só resta em comum a flor . Que não será por certo da mesma cor, aroma, macieza, sabor ou agrado...! Verdade seja dita que também afirmamos que a alegria é a flor de um dia . Mas depois surge o elogio das ausências com a expressão as palavras não ditas são as flores do silêncio . E há outras afirmações menos subtis e até de mais difícil acordo. Como aquela: flor ao peito, asno perfeito . Coisas de provérbios e ditados! Claro que, cada um, faz destas afirmações da sabedoria popular aquilo que bem lhe apetece. Até quando, mais profundas, parecem validadas por um rasto de razão: Da mesma flor a ...

Da flor do sal à flor do vinho, da virtude ao malefício!

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E, da mesma palavra... significados e sentidos tão diferentes: Da excelência da flor de sal aos melefícios da flor de vinho , um abismo! Que nome poderia ter o sal de melhor qualidade e de mais excelsas virtudes? O mais rico e saudável deles todos? Cristais de sal Claro, flor de sal ! Já foi chamado de coalho, por pairar à superfície da água. Branquíssimo, nasce dos cristais de sal que se formam à tona, nas salinas. E , como qualquer outra flor, tem de ser tratado com desvelo e recolhido com precaução. O vigor e a intensidade do sabor permitem o uso de porções muito reduzidas e fazendo dele amigo da saúde. Mas se esta é uma flor de gostar, admirar e enaltecer, a outra, a do vinh o, é de fugir: significa deterioração e perda de características. Um véu esbranquiçado à superfície do vinho... e lá se vai cor e grau alcoólico. Alguns identificam-na pelo cheiro a mofo e chamam-lhe apenas doença do vinho . Um mal que ataca principalmente os vinhos novos. Nada como rolhas d...

Boas de comer ou venenosas de matar!

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De algumas flores podemos dizer que… são um doce! Além de bonitas, provocantes, sexys e estimulantes, podem ser prazer de boca, quase beijo doce. E se nos cruzámos com elas em pratos diversos, não as podemos evitar no remate da refeição. Desde as violetas às cravinas, das calêndulas às rosas – tão tradicionais e comuns na cozinha árabe. Imagem ► Ricardo Raposo Claro que não recusamos a flor de laranjeira - e o licor a que dá origem - ou evitamos o sabor adocicado dos cravos. Como em tudo na vida, manda bom senso ( e experiência!) que não se dispense a precaução. As escolhas têm de ser acertadas… Porque nem todas as flores são boas de comer: Algumas são venenosas de matar! A todas deve ser retirado o pólen para evitar alergias. E preferir sempre as orgânicas – as produzidas em série são tratadas com pesticidas que não fazem bem à saúde. Nem da alma, nem do corpo! Pelo Jardim: Viva quem é uma flor! Apetece falar de flores. Vá se lá saber porquê... Flores mesmo,...

Saciar o fogo do desejo num corpo de flor!

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Algumas, de tão provocantes e apetecíveis, apetece mesmo comer. E então, quando sedosas ao toque, cheirosas e suaves, de formas bem desenhadas e cores cheias... Flores de comer? Ir almoçar ao jardim sem levar lancheira? Logo ali no canteiro? Já é despropósito e falta de respeito! Bem, não se fala aqui da couve-flor, que não chega a ser...  uma flor. Mas quem nunca provou um arroz-doce aromatizado com flor de carqueja não sabe o que anda a perder. Rosas, calêndulas, capuchinhas e amores-perfeitos caiem em perfeição nas saladas, geleias e pratos salgados. E é da flor do cravo da Índia que, depois de seca, se obtém a especiaria com o mesmo nome...! Flores de apaixonamento e desejo: Bonitas, saborosas, ricas de virtude e de gosto! Impossível resistir-lhes. Impensável passar sem elas! Pelo Jardim: Viva quem é uma flor! Apetece falar de flores. Vá se lá saber porquê... Flores mesmo, sem subterfúgio ou segundo sentido de palavra. Daquelas que nascem das hastes e ...