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A mostrar mensagens de Outubro, 2016

Figuras do Presépio invadem Monsaraz!

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Presépio gigante de rua, com figuras em tamanho real, regressa sexta-feira a Monsaraz.

Pelas 11 da manhã, nas Portas da Vila, o Grupo Coral da Freguesia de Monsaraz abre a festa com os seus Cantos de Natal.
As Figuras do Presépio tomam conta de Monsaraz. E até aos Reis, a vila medieval é delas!

Delas (de quantos a habitam e gostam!) e dos muitos milhares que vão passar por lá para ver Natal dentro de muralhas com vistas d'Alqueva


Espraia-se pelas ruas da vila até ao Largo do Castelo. Aí ficará o conjunto principal: A Virgem, São José e o Menino Jesus.
As outras figuras (ao todo são 48) distribuem-se pelas ruas da vila.

Em tamanho natural, estruturas de ferro e rede, cobertas por panos de cor crua, pintadas em tons pastel, rosa velho e lilases.
Caras e mãos feitas em cerâmica.

Por lá vão estar os Reis Magos, o pastor, os guardas do castelo, o oleiro, o almocreve, a lavadeira e a fiadeira. E muito mais!
Tudo impermeabilizado e tratado para aguentar a chuva.
À noite, todas as figura…

País todo, vamos ter de inventar outros autarcas? Estes têm "defeito"?

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"Ta arrenego satanás! Cruzes canhoto!" - Bruxas e dianhos à solta em Montalegre...

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No último dia do mês, com bênção de padre, Diabo vai à solta pelas ruas de Montalegre. Bruxas e bruxos, trasgos e dianhos apossam-se de ruas e canelhas daquela terra raiana.

Até os jantares saiem embruxados...




E todos os passos se haverão de dirigir para o Terreiro da Bruxas. Entre percalços e sustos, é a luta do Bem contra o Mal e o pão que o diabo amassou. Enquanto não chegam os mortos vivos...

Para as eventualidades, lá estará o Padre Fontes com os esconjuros e a Queimada. Que vai saber divinalmente se o frio aparecer!

Não se preocupem que estão em boas mãos: A  Associação de Defesa do Património de Vilar de Perdizes, a Filandorra (Teatro do Nordeste) e o município de Montalegre vão estar de olho nos servos do Demo.

E assim, com vassouras ou sem elas. a Dança da Roda no Terreiro das Bruxas estará para a noite toda.

Amanhã até é o (regressado) feriado de Todos os Santos...!!!

• Em Janeiro é a Feira do Fumeiro.

►Inserido pelo Café Portugal e difundido pelo Descobrir Portugal, este víd…

Vai um vinho branco? De que região?

Portugal, país rico em vinhos. Qualidade e diversidade, factores de escolha e adesão. Sabor, prazer e gosto...
Mas os vinhos são muito mais do que isso!

São saberes e esforço de gerações, paisagem, subsistência de populações, riqueza, valores de exportação. A cultura da vinha é decisiva no combate à desertificação do Interior e um bem estratégico da nossa agricultura.
Para o Estado significa volume considerável de Impostos, diminui cifras de desemprego, contribui para o equilíbrio da Balança de Pagamentos.

Coisas que quase nem pensamos quando nos deleitamos na degustação de um vinho. Por isto - e pelo que de muito mais poderíamos acrescentar - decidimos alguns inquéritos para conhecer os vossos hábitos e gostos.
Este fica agora a aguardar a vossa resposta:
Queremos perceber que Regiões Vínicas preferem quando têm de escolher um vinho Branco.
• Pode seguir a votaçãoAQUI

Sendo de Montalegre... Bruxaria? Ou alegria e arte?

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Tornou-se viral! Ultrapassou 4 MILHÕES de visualizações! E o mérito é todo das gentes de Montalegre!

A dor de cotovelo que deve ter causado a tanto especialista de médias sociais que por aí abunda! Mas... bastou a força, a alegria e a sinceridade que emanava das imagens. Deixavam transparecer energia, empenho e saber fazer, de quem produziu e realizou. Transpiravam o envolvimento das aldeias de Montalegre.
Os membros do Descobrir Portugal e do Café Portugal foram de imediato conquistados. E, numa inundação de partilhas, espalharam os ecos pelo mundo da língua portuguesa. Não há gabarolice barata da nossa parte que se compare ao prazer que foi acompanhar a subida dos números e a leitura das reacções. Uma aventura colectiva entusiasmante: Souberam bem os resultados alcançados!

ComendoTi Henrique Capelas com... Gente da Terra!
Brincadeira musical para promover a Feira do Fumeiro e Presunto de Barroso - 2015.
Todos os anos, em Janeiro, a Feira do Fumeiro chega a Montalegre.

A próxima já…

Aproveitem enquanto podem! Um dia destes...

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Chateados porquê?


Não foi inventada forma de conseguir que a água, que rega campos e fornece caudal aos rios para nos saciar a sede, evite... molhar as cidades!!!

Ainda bem. Já temos alterações climáticas que cheguem...

Que semelhanças? Antónia (sandes ao balcão) / Frederico (restaurante de luxo)

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Antónia, chamemos-lhe assim, aproveita a hora de almoço para comer qualquer coisa no café próximo do escritório onde é telefonista. Vai ser o costume: um copo de leite e uma sandes. Para rematar, a sopa do dia. Em pé, naquela espécie de balcão encostado à parede. Aguarda que haja um lugar e leva o tabuleiro com as suas coisas.

• O motorista de Frederico pára o carro à porta do restaurante e abre-lhe a porta. Ele sai, é cumprimentado pelo porteiro e conduzido à mesa que a secretária atempadamente tinha reservado . Escolhe o aperitivo e vai bebericando enquanto o seu convidado de almoço não chega. Depois será o ritual da ementa, a amostragem dos peixes frescos e a escolha dos pratos.

Entre os almoços de Antónia e de Frederico, a semelhança está no IVA das facturas.
Antónia vai pagar Taxa igual, por aquela refeição apressada comida em pé, à suportada por Frederico no restaurante que escolheu para tratar dos negócios.

Proporcionalidade fiscal tem pouco a ver com justiça social. E a descr…

Há quem ataque pela calada da noite...

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Esta foi uma das imagens que os membros do Descobrir Portugal mais gostaram e partilharam. Por alguma razão deve ter sido... Quem seremos nós para achar que não têm razão?

Já percebemos! Como vocês não costumam ir à praia à noite, quando aparece uma fotografia (a coberto do escuro) com mar e areia... desatam todos a gostar dela. E, então, se lá estiver a lua... é êxito certo e seguro!

Ninguém no areal nem dentro de água, uma praia toda para o fotógrafo. Aí está uma boa solução para quem não tem pachorra para andar à procura de sítio para estender a toalha: passa a ir a banhos depois do pôr-do-sol.

Apenas com o inconveniente de se tornar um bocadinho difícil o ritual do bronze. E a agravante de nenhuma alma ir acreditar que se andou a veranear lá pelos Algarves:

Assim descorado? Tu estiveste foi esparramado na tua varanda. 
E, distraído como és, nem viste que lá não dá sol.

No caso do Jorge Florêncio, a única coisa que poderá argumentar em sua defesa é que... esteve mesmo na praia, no…

Gosta de castanhas? Tantos modos de as confeccionar e comer...

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Quando o Outono arrefece e começa com promessas de chuva... é tempo delas!


Agora que estamos só nós aqui, confesse:

Não está com saudades e ansioso/a pelas castanhas?

Só de pensar no cheiro chegam as memória de sabor.

De qualquer maneira...
São apetecíveis de todas as formas e feitios.
Mas você lá terá os seus gostos e apetites.

Estamos a tentar perceber como é que a maioria as prefere:

• cruas • cozidas • assadas • fritas • de puré • piladas • em doce •

E até há quem não goste deles seja como for.

Responda aí ao lado.

Nós iremos tratando de contabilizar os votos para poder anunciar o resultado da vossa escolha.

Garça não será Real... Presidente era de carne e osso!

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Pela cabeça já tinha passado alugar a varanda em dias de festividades, celebrações, confraternizações, cerimónias oficiais, etc. Agora vai ser preciso inventar maneira de ganhar mais algum cobrando entradas no jardim.

Da varanda suspeitavam-se os lucros: Em dias de procissão, colchas a adejar e filarmónica a ritmar passos dos devotos, ou quando desfilam notáveis, colunáveis e afins.

Também, se tiraram vista magnífica com um bloco de cimento armado - de suspeita construção, tantos anos considerada ilegal.
E que tal desconto no IMI?

Coisas do Abecassis (que foi da Câmara de Lisboa) e namoricos de igreja local com maçonaria nacional.
Os pedreiros-livres foram-se, vieram dinheiros de Angola.
Com o petróleo barato, agora é sede de central sindical. Em dia de inauguração.

Desta vez, sem cartazes de protesto, a tarde dos polícias fez-se serena. Até houve selfies, beijos e abraços!

Presidente foi estrela: Chegou, acenou, disse que tinha cerimónia a presidir.
No fim estaria para cumprimentos e…

Assim até nós! Com paisagens destas, qualquer um é fotógrafo...

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Estes fotógrafos são uns oportunistas: Só tiram retratos a monumentos e paisagens de êxito certo e seguro. Depois... lá vêm os membros do Descobrir Portugal dizer que gostaram muito e desatam a partilhar por aí.
No final, já a imagem circulou mundo todo. Acumulou visualizações e likes, apaixonou olhares, provocou afectos e comentários. Mérito? Só se for... daqueles rios, daquelas encostas, da memória dos homens que derreteram o xisto e povoaram aqueles terraços com videiras que escorrem vinhos finos, deslumbramentos de palato e sonhos de cor, corpo e aroma. Feitos do esforço, vontade e teimosia de quem insiste em, ano após ano, inventar um produto único, um néctar dos deuses.
Quem nunca subiu a Casal de Loivos não sabe o que tem andado a perder...

Lá do alto, num sobrevoo de olhar, Douro e Pinhão:
Dois rios de uma vez só, com o testemunho do encontro e da confluência.
E encostas em socalcos que mãos e suores esculpiram nas serranias.
E vinhedos que trepam até aos céus.

Horizontes aber…

Quantos anos? Ainda lembrarão?

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Quantos anos terão agora aquelas caras de menina e aquelas mãos voando sobre as almofadas da renda de bilros?
Eu estou bem mais velho (já se foram mais uns 13!).
Tempos em que ainda me era permitido trabalhar na Rádio Pública...

Foi uma inesquecível emissão do Feira Franca em Armação de Pêra. Notável pelo empenho e participação local.
Difícil de olvidar, também, porque aí começou o meu processo de despedimento da Antena 1.

Imagine-se que, entre todos os materiais de promoção do programa (faixas, cartazes, volantes, etc.)


Que a associação de desenvolvimento local Dar de Vaia providenciou (e pagou!) e de que eu remeti cópia à Administração da RDP...!


fazia parte uma garrafa de vinho: Um engarrafamento especial com rótulo alusivo aquela emissão.

O então presidente do Conselho de Administração da RDP (de quem já esqueci o nome!) não gostou e... achou que eu estaria a insinuar qualquer coisa!!!

Ao menos podia ter devolvido a garrafa.
E eu haveria de a beber com imenso prazer e... gosto!
A reco…

Turistas são fundamentais. Mas há quem viva na cidade...

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Andamos cada vez mais expectantes em relação ao que poderá sair das próximas eleições autárquicas em Lisboa.
Não caímos na esparrela de alinhar na visão simplista de que os resultados são meramente determinados pelo jogo de forças a nível nacional - uma espécie de teste governativo e cópia redutora de eleições para a Assembleia da República.
Não vamos nessa!
Quem vota neste acto eleitoral autárquico alfacinha são apenas - como é bom de ver - os cidadãos recenseados em Lisboa. E uma boa parte dos trunfos ou dos louros de gestão do executivo municipal, amplamente difundidos pela máquina de divulgação camarária - e pelas privadas agências de comunicação adstritas - tem pouco a ver com anseios de melhor vida dos que habitam a cidade e nela constroem a sua vida.


Tudo passou a ser feito em nome do turismo. Todas as parangonas vão para números, prémios e ratings que medem o modo como os de fora se relacionam com a cidade, como dela usufruem e como olham os seus habitantes. Ficamos deslumbrados …

Memórias Judaicas atraem visitantes a Monsaraz?

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A tradição oral descrevia-a como local de tortura e apodou-a de Casa da Inquisição. Aí teria, de acordo com histórias passadas de boca em boca, funcionado um Tribunal da Inquisição.
Mas... como sabiamente diz o nosso povo, quem conta um conto acrescenta um ponto. E essa é uma versão a que hoje não damos muito crédito. Admite-se, isso sim que aquela casa tenha estado ao serviço da Inquisição como arquivo de processos, residência de Familiar do Santo Ofício ou local de passagem de acusados que iriam para o Tribunal inquisitorial em Évora.
Não há dúvidas, no entanto, que Monsaraz albergou durante séculos uma próspera comunidade judaica.

As referências ao judeus na vila castreja remontam ao século XIII e ao rei de Afonso III. Ganham consistência no tempo de D. Dinis e surgem detalhadas no reinado D. Fernando.


Daí a criação, por iniciativa da Câmara Municipal de Reguengos, do Centro Interactivo da História Judaica em Monsaraz.

• Instalado na tal edificação que, no imaginário popular, havi…