Num triângulo de Ilhas, uma lenda de Açores. De rosto humano!

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Dou comigo a recordar aquele mestre do Terra Alta que - numa travessia das Velas para São Roque, já lá vão mais de 25 anos - me contava do Sr. Quaresma, de braço no ar, em cima do velho cais da Madalena.
Em dias de temporal, contando as ondas... para marcar o momento seguro de entrada do barco.

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Naquele triângulo de ilhas, o barco era tudo: Viu nascer as crianças (mais impacientes!) que não aguardaram até ao hospital da ilha em frente... foi viatura de funeral ou ambulância.
Muitas histórias de amor se teceram à distância, vertidas nas cartas confiadas a João Quaresma para que as encaminhasse para os amores ausentes.
Ou os açafates da comida e as encomendas que os pais mandavam para os miúdos da Ilha Montanha que tinham ido estudar para a Horta. Do lado de lá. o Gilberto das Lanchas, com a sua carrocinha, havia de tratar das entregas em mão.

Não havia lancha que arriscasse demandar o porto da Madalena sem ordem de João Quaresma. Todos os dias em cima do cai…

Na Ilha das Flores... com vistas para o Corvo!

https://www.facebook.com/absolutoportugal  No meio do Atlântico, quase ponto médio entre Lisboa e Nova Iorque: Flores e Corvo, arquipélago dos Açores.
  • Duas mochilas, uma tenda para dormir e muito equipamento fotográfico. 
  • A busca da essência das ilhas: 12 dias em estado selvagem, um paraíso a 1100 quilómetros do continente.

► Timelapse de Andrea Losa
• Para saber mais sobre este projecto: www.azoresthemidpoint.com

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Do Minho para a sua mesa... Caldo Verde!