Fenómeno de crescimento e participação! Agora não podemos parar!

Imagem
Mais de dois Milhões de membros! Um Universo que não pára de crescer e de se diversificar!
Chegados aqui... Temos de ir em frente!
E encontrar formas de corresponder ao interesse e ao entusiasmo desta multidão de rostos.

Por isso, estamos a lançar uma página nova.
Que assume com orgulho o nome de Descobrir Portugal - que fizemos, construímos e consolidámos ao longo destes dois anos no Facebook.
Até conseguirmos ter connosco mais de um MILHÃO de membros, espalhados por todos os cantos da Língua Portuguesa.

Do ala que se faz tarde! conservamos as memórias e os afectos de um blog que, neste curto período, registou mais de 6,5 milhões de visitas. Mas está na altura de iniciar uma nova caminhada fazendo apelo a novos recursos e potencialidades.

• E aí está owww.descobrirportugal.pt.Que quer continuar a contar com o vosso apoio e a vossa divulgação!


Aquilo que parecia uma brincadeira e um passatempo... tornou-se coisa séria. Precisamos agora de apoios e de suportes que garantam continuação, a…

Uma canção de Jorge Palma: "Imperdoável é pisar quem está no chão"

Imperdoável é o que não vivi canta Jorge Palma. Mas imperdoável é desistir de lutar diz ele também na sua canção.

Imperdoável foi escrito para a peça A Balada da Margem Sul, de Hélder Costa, levada à cena pela companhia de teatro A Barraca.
Integrou o álbum Com Todo o Respeito editado em 20011. Sobre esse álbum, Jorge Palma chegou a dizer que estava a querer escrevê-lo mas não saía nada de jeito.
A falta de inspiração acabaria por ser o mote para Página em Branco outra das composições deste álbum. Um dos mais celebrados das suas quatro décadas de canções.

Saboreiem o Videoclipe oficial deste tema.

Realização e fotografia de Aurélio Vasques.
Produção foi de Elisabete Pedreira




Imperdoável é o que não vivi
Imperdoável é o que esqueci
Imperdoável é desistir de lutar
Imperdoável é não perdoar

Tive dois reis na mão
E não gostei
Vi catedrais no céu
Não as visitei
Vi carrosséis no mar
Mas não mergulhei
Imperdoável é o que abandonei

Vejo-me cego e confuso nesta cama a latejar
O que seria de mim sem o meu sentido de humor
Praticamente mudo sinto a máquina a bater
É o rugido infernal destas veias a ferver

Imperdoável é dispensar a razão
Imperdoável é pisar quem está no chão
Imperdoável é esquecer quem bem nos quer
Imperdoável é não sobreviver

Vejo-me cego e confuso nesta cama a latejar
O que seria de mim sem o meu sentido de humor
Praticamente mudo sinto a máquina a bater
É o rugido infernal destas veias a ferver

Imperdoável é o que não vivi
Imperdoável é o que esqueci
Imperdoável é desistir de lutar
Imperdoável é não perdoar

Não perdoar
Não perdoar
Não perdoar

Muita gente está a ler também:

Madredeus - "O Pastor"

"Carolina": O dueto magistral de Carminho com Chico Buarque

Madredeus - Ao longe o mar