Num triângulo de Ilhas, uma lenda de Açores. De rosto humano!

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Dou comigo a recordar aquele mestre do Terra Alta que - numa travessia das Velas para São Roque, já lá vão mais de 25 anos - me contava do Sr. Quaresma, de braço no ar, em cima do velho cais da Madalena.
Em dias de temporal, contando as ondas... para marcar o momento seguro de entrada do barco.

Clique para se deslumbrar! ►

Naquele triângulo de ilhas, o barco era tudo: Viu nascer as crianças (mais impacientes!) que não aguardaram até ao hospital da ilha em frente... foi viatura de funeral ou ambulância.
Muitas histórias de amor se teceram à distância, vertidas nas cartas confiadas a João Quaresma para que as encaminhasse para os amores ausentes.
Ou os açafates da comida e as encomendas que os pais mandavam para os miúdos da Ilha Montanha que tinham ido estudar para a Horta. Do lado de lá. o Gilberto das Lanchas, com a sua carrocinha, havia de tratar das entregas em mão.

Não havia lancha que arriscasse demandar o porto da Madalena sem ordem de João Quaresma. Todos os dias em cima do cai…

O pior dos crimes!


►“O pior dos crimes é produzir vinho mau, engarrafá-lo e servi-lo aos amigos”, Aquilino Ribeiro a dar mote a Festival...
Publicado por Saborear em Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2015


Entre o fascínio do granito e a magia da vinha; entre a imponência da montanha e a fragilidade do rio que lhe dá o nome; entre o silêncio da história e a memória que dela guardam os vinhos, nos seus tonéis sem tempo nem idade. Assim é o Dão. Terra de gentes e memórias. Terra de história. Terra-mãe de um vinho que dela herdou a beleza, a magia, o saber, a tradição, que se alongam num sabor que o tempo não dilui.

Carlos André, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

• Rios, serras e granitos... • Vinho, paisagem e gestos do Dão •
► "Entre o fascínio do granito e a magia da vinha; entre a imponência da montanha e a fragilidade do rio que lhe dá o nome; entre o silêncio da história e a memória que dela guardam os vinhos, nos seus tonéis sem tempo nem idade. Assim é o Dão. Terra de gentes e memórias. Terra de história. Terra-mãe de um vinho que dela herdou a beleza, a magia, o saber, a tradição, que se alongam num sabor que o tempo não dilui."• Carlos André, Faculdade de Letras de Coimbra► Comissão Vitivinícola Regional do Dão (www.cvrdao.pt)Video: Opal Publicidade | vimeo.com/opalpublicidade
Publicado por Saborear em Sábado, 24 de Janeiro de 2015


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