Fenómeno de crescimento e participação! Agora não podemos parar!

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Mais de dois Milhões de membros! Um Universo que não pára de crescer e de se diversificar!
Chegados aqui... Temos de ir em frente!
E encontrar formas de corresponder ao interesse e ao entusiasmo desta multidão de rostos.

Por isso, estamos a lançar uma página nova.
Que assume com orgulho o nome de Descobrir Portugal - que fizemos, construímos e consolidámos ao longo destes dois anos no Facebook.
Até conseguirmos ter connosco mais de um MILHÃO de membros, espalhados por todos os cantos da Língua Portuguesa.

Do ala que se faz tarde! conservamos as memórias e os afectos de um blog que, neste curto período, registou mais de 6,5 milhões de visitas. Mas está na altura de iniciar uma nova caminhada fazendo apelo a novos recursos e potencialidades.

• E aí está owww.descobrirportugal.pt.Que quer continuar a contar com o vosso apoio e a vossa divulgação!


Aquilo que parecia uma brincadeira e um passatempo... tornou-se coisa séria. Precisamos agora de apoios e de suportes que garantam continuação, a…

Um banho de sol, numa varanda com vistas do Açor!

Escorrem estas linhas num banho de sol, numa varanda que abre horizontes para a Serra do Açor. O azul do céu é velado aqui ou ali por laivos de nuvens brancas. Logo além, as macieiras, as figueiras, as laranjeiras os prados.

Mais desvanecidas as marcas do incêndio grande de há dois anos. O verde da vegetação foi pintando o negro de que a terra vestira. Ilusória melhoria, com as mimosas a invadirem terrenos onde se albergavam medronheiros, carvalhos, castanheiros, pinheiros... que o incêndio levou naqueles dias de receio e susto para os que ainda habitam esta margem do Alva a que a freguesia foi buscar nome: Penalva de Alva, Oliveira do Hospital.

Agora, um Inverno de seco e uma Primavera que não quase não trouxe água faz ressurgir todos os medos e receios.

Mas a força do renascer da natureza, depois de tempos de desolação, vem carregada de cheiros e sons que desafiam para aventuras de passeio e contemplação.

Apetece centrar vistas na encosta da Serra.


E os olhos trepam faldas e horizontes até às torres eólicas de que bordaram os cumes.

Cá de baixo, quase se conseguem percorrer num relance os caminhos e atalhos que se conhecem bem.

Passar para a outra margem do rio, subir à Aldeia das Dez, estacar de novo no miradouro e reencontrar as distâncias na paisagem.
Sou dos que acreditam que os caminhos servem para levar a algum lado...
E que, percorrê-los, é uma forma de quase ir chegando!

A manhã parece ter sido inventada para passear.
Com cautelas, com calmas e vagares.
Não tarda nada, vão aparecer umas bátegas de água e o sol esfumar-se por detrás de umas nuvens.

Mas o vento acabará por as levar para outras paragens. Depois de deixarem alguma água (pouca!) que tão precisa é...

Límpidas, cristalinas, as águas do Alva.
A merecerem aqueles barbos bem crescidos.
Fotografados cá do alto, da ponte de Penalva...

Quase como nas vossas vidas. Sempre a caminhar e à procura.
Sem olhar a aguaceiros, quase ignorando turbulências ou alterações de temperatura.
Na convicção de que a existência, na sua profundidade e complexidade, está muito para além do imediatamente visível e perceptível.
E por isso vale a pena!
• Fotos: Conceição Coelho

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