Dizem-no o menos poluído da Europa. É o Rio Paiva.
A primeira vez que lhe avistámos curso e águas e percorremos as suas margens, era ainda um ilustre quase desconhecido.
De Arouca, o produto mais vulgarizado nesses tempos era mesmo o
Pão-de-Ló. Um pouco doce de mais para o meu palato.
Por aquelas bandas fizemos (para a Antena 1) uma emissão do
Feira Franca em directo do Salão dos Bombeiros.
Depois veio canoagem e o rafting e as águas do Paiva passaram a destino obrigatório para desportos e observação da natureza com espírito mais radical.
E havia outros argumentos a céu aberto capazes de suscitar curiosidades e vontades de acorrer àquelas paragens.
Desde logo, as
Pedras Parideiras, um fenómeno geológico que deu histórias e lendas...
Com muita imaginação, trabalho e aproveitamento eficaz dos Fundos Comunitários, Arouca lançou dois desafios de uma vez só:
• Partir à descoberta do
Arouca Geopark
• Palmilhar os
Passadiços do Paiva.
Depois do incêndio do ano passado, os passadiços estão de novo
operacionais e cheios de gente com ganas de percorrer os seus quase nove
quilómetros de extensão e deslumbramento.
Invocando razões de segurança, passou a ser obrigatória inscrição prévia (em
www.passadicosdopaiva.pt) e o pagamento - por multibanco - de um quase simbólico euro.
Ligando as praias fluviais do Areinho e do Espiunca, o percurso dos passadiços tem uma duração média de duas horas e meia.
Passa por locais emblemáticos como a Garganta do Paiva, a Cascata das Aguieiras, a Praia Fluvial do Vau, a Gola do Salto e a Falha de Espiunca.
Uma Aventura a não perder!
- Enquanto planeia a surtida a Terras de Arouca, delicie-se com este timelapse. Descreve um regresso aos passadiços do Paiva:
A sua diversidade de vista é impressionante, com uma magnífica flora durante todo o percurso. Ocasionalmente somos prendados com pequenos riachos, cascatas, pontes, zonas mais calmas, zonas ideais a rafting e vistas que, de tal grandiosidade, que não temos outras mais palavras para descrever.
- escrevem os autores deste vídeo:
Um trabalho de
timelapse.pt, com captação e edição de
Francesco Cerruti e pós-produção áudio de
Alexandre Lau.
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