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Figuras do Presépio invadem Monsaraz!

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Presépio gigante de rua, com figuras em tamanho real, regressa sexta-feira a Monsaraz. Pelas 11 da manhã, nas Portas da Vila, o Grupo Coral da Freguesia de Monsaraz abre a festa com os seus Cantos de Natal. As Figuras do Presépio tomam conta de Monsaraz. E até aos Reis, a vila medieval é delas! Delas (de quantos a habitam e gostam!) e dos muitos milhares que vão passar por lá para ver Natal dentro de muralhas com vistas d'Alqueva Espraia-se pelas ruas da vila até ao Largo do Castelo. Aí ficará o conjunto principal: A Virgem, São José e o Menino Jesus. As outras figuras (ao todo são 48) distribuem-se pelas ruas da vila. Em tamanho natural, estruturas de ferro e rede, cobertas por panos de cor crua, pintadas em tons pastel, rosa velho e lilases. Caras e mãos feitas em cerâmica. Por lá vão estar os Reis Magos, o pastor, os guardas do castelo, o oleiro, o almocreve, a lavadeira e a fiadeira. E muito mais! Tudo impermeabilizado e tratado para aguentar a chuva. À noi...

"Carolina": O dueto magistral de Carminho com Chico Buarque

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Numa canção, duas margens de mar... A duas vozes: Carminho e Chico Buarque ! A canção de Chico ganha alma de excepcional dueto com a voz de Maria do Carmo de Carvalho Rebelo de Andrade, que quase todos conhecem apenas por Carminho. Sublime! Só ouvido...! Não perca! • Vídeo da responsabilidade de Bernardo Mendonça. Com Marcelo Velloso, Marco Abreu e Marcelo Velloso. • Produção: Calabouço Filmes . Carolina, nos seus olhos fundos Guarda tanta dor, a dor de todo esse mundo Eu já lhe expliquei, que não vai dar Seu pranto não vai nada ajudar Eu já convidei para dançar É hora, já sei, de aproveitar Lá fora, amor, uma rosa nasceu Todo mundo sambou, uma estrela caiu Eu bem que mostrei sorrindo, pela janela, ói que lindo Mas Carolina não viu Carolina, nos seus olhos tristes, guarda tanto amor O amor que já não existe Eu bem que avisei, vai acabar De tudo lhe dei para aceitar Mil versos cantei pra lhe agradar Agora não sei como explicar Lá fora, amor, uma...

"Amar pelos dois" - Canção portuguesa está a ser falada lá fora!

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Um fenómeno: A canção que representa Portugal  na edição 2017 do Festival da Eurovisão desencadeou um inesperado movimento de curiosidade e interesse nas redes sociais, um pouco por todo o lado. A multiplicação de vídeos no Vimeo ou no YouTube é um dado esclarecedor e significativo. De uma imagem do Público - 06/03/1 7 ► Simplicidade parece ser a palavra chave de uma canção  que está a concitar atenções e a inspirar formas diversas de abordagem em termos de imagem. Sucedem-se os vídeos na net, com as linguagens visuais mais diferenciadas, divulgando Amar pelos dois , o tema de Luísa Sobral . Que o irmão, Salvador Sobral , defendeu no recente Festival da Canção. Talvez esta não seja, para os que estão amarrados a figurinos rígidos, uma canção para um festival como o da Eurovisão. São opiniões e... como tal não se discutem! Também não sabemos se é para ficar bem ou mal classificada - nem isso nos interessa! Facto indesmentível é que ela está a ser falada e a mani...

"Morrer de Ingratidão" - Carlos do Carmo e Maria João Pires

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Apenas Piano e Voz! E dois nomes grandes da Música Portuguesa: Maria João Pires e C arlos do Carmo! Acrescentece-lhe o poema de Vasco Graça Moura e a melodia de António Vitorino D'Almeida . E está feita uma canção imperdível. Morrer de Ingratidão integra o álbum, lançado em 2012, que trazia como título apenas o nome dos intérpretes  que o criaram. Não era preciso mais nada! • Neste vídeo de Aurélio Vasques , espreitamos o ensaio... Desafiamos a assistir. Vou sempre a jogo quando me convidas E apenas sei que perco sempre a mão Há no baralho amor e solidão E atraiçoa-me o tempo às escondidas As coisas sendo assim são o que são: Com gaivotas de sombra repetidas E as cartas já todas distribuídas Eu apostei a alma e o coração As ilusões passaram das medidas E em noites tresloucadas de paixão Trazes um cheiro a fado e a perdição E dás cabo de mim e não duvidas Nessas linhas que tens na tua mão Há estrelas cadentes esquecidas E é na sina febril das nos...

"Ladrão que rouba ladrão, tem direito a cem anos de perdão" - canta Cuca Roseta

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E o ladrão roubou-lhe o coração. Ou, como a fadista canta:  Eu vim pra roubar o teu coração / Mas quem roubou o meu foi a paixão . Composição e letra da própria Cuca Roseta.   • Vídeo: Beat Movies: • Realização: Paulo Vintém | Fotografia: Nuno Moço | Produção: Licínio Pereira | Guarda Roupa: Ana Rita Santos • Bailarinos: Pedro Borralho, Catarina Lima, Ana Rita Santos, Mariana Luís, Omar Masabo, Filipe Rico • Actor: Gonçalo Pires   Amor Ladrão integra o álbum Riû , editado em 2015, produzido por Nelson Motta, o prestigiado produtor brasileiro que assinou discos de Elis Regina, Marisa Monte ou Daniela Mercury. Ele chega de sorriso gingão E no guião traz a vergonha no bolso Se a coragem fosse uma condição Ele era chefe da patrulha-ladrão Ela não sonha não quer sequer sonhar Ele tem um segredo pra contar Ela hesita sempre a desconfiar Ele acredita isto vai dar que falar O que será que ele tanto me quer E se quiser mas não quer De onde vem e q...

Camané: Acordem as Guitarras - (legendado em russo???)

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Parece-nos que não estarão habituados a ler os poemas de fado em caracteres cirílicos... Lucília do Carmo, a quem primeiro ouvimos este Acordem os Fadistas , essa nunca terá olhado para a letra vertida em russo...! Podem recordar a sua magnífica interpretação aqui . Camané ficou Каманэ , com o fado a chamar-se Проснитесь Гитары !!! Coisa de gente que se apaixonou pela nossa música e pelas nossas vozes maiores: Acabaram a legendar com a tradução da letra (de mestre Frederico de Brito) para russo. Uma ternura! O fado é lindíssimo e está interpretado de forma soberba. Nem outra coisas seria de esperar de Camané! Vale a pena também seguir com atenção a sequência da montagem de imagens com que Roman Bogolepov sublinha toda a música - casando Lisboa com a História do Fado e Camané. Para saborear com agrado! Como está lá escrito, já que tem a tradução... Até pode cantar em russo !!! De Camané, assista também: Ai, Margarida Sei de um Rio Se estou só, quero não...

E quando o Português se canta à moda de Olivença?

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Um excelente conjunto de vozes e músicos de Olivença numa quase comovente interpretação deste Fado Corridiño . Canção incluída no disco Canto de Gamusinos , editado em 1999. O doce acento oliventino... São os ACETRE ! Folk Bilingüe desde la frontera con Portugal , escrevem eles, em jeito de apresentação, na página do Facebook . Aí deixam claro que Olivença, seu lugar de origem, lhes outorga a característica "bicultural" de uma maneira tão expontânea e sincera que só poderá ser explicada sabendo-a nascida a partir do essencial, a partir da base da aprendizagem vital. Nascidos em 1976, eles assumem a busca de novos caminhos para a música de raiz e tradição. Vale a pena escutá-los. Chegam a ser comoventes. • Concerto, em Olivença, comemorativo dos 30 anos dos ACETRE. Venham cá amores novos que os velhos já me esqueceram foram penas que voaram folhas secas que já arderam Voam as velhas cantigas todas têm som lamentado carregadas de fadigas longe do temp...

Invadiram Monsaraz e por lá vão ficar até aos Reis!

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Monsaraz, toda a vila casteleja, transforma-se em imenso presépio. E até aos Reis, da Porta de Entrada ao Largo do Castelo, 46 figura em tamanho natural tomaram conta de largos e ruas. Uma invasão de Natal que está a tornar-se um hábito e a provocar curiosidade, espanto e prazer dos milhares que por estes dias rumam até aquela varanda sobranceira de Alqueva. Projecto concebido pela escultora Teresa Martins,  as figuras dispersas pelas ruas da vila medieval são construídas em ferro e rede e cobertas com panos impermeabilizados. Pintadas em tons pastel, rosa velho e lilases, têm caras e mãos feitas em cerâmica. E estão iluminadas durante a noite. Quem por este dias passar por Monsaraz, vai encontrar os Reis Magos, o pastor, os guardas do castelo, o oleiro, o almocreve, a lavadeira, a fiadeira, etc. Todos a caminho do presépio, colocado no Largo do Castelo. Aí, além da vaca e do burrinho, lá estão a Virgem Maria, São José e o Menino Jesus. Música coral alenteja...

Ana Moura - "A Case of You"

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Ana Moura reinventa A Case of You , um dos temas míticos de Joni Mitchel. * Música e letra da cantora canadiana. Esta versão de Ana Moura daquele clássico integrou o CD Desfado , editado em 2012. • Vídeo realizado por Aurélio Vasques . Com as participações de Paulo Pires e Ana Rocha . Just before our love got lost you said I am as constant as a northern star And I said, constantly in the darkness Where's that at? If you want me I'll be in the bar On the back of a cartoon coaster In the blue Tv screen light I drew a map of Canada Oh Canada With your face sketched on it twice Oh you're in my blood like holy wine You taste so bitter and so sweet Oh I could drink a case of you darling And I would still be on my feet Oh I would still be on my feet Oh I am a lonely painter I live in a box of paints I'm frightened by the devil And I'm drawn to those ones that ain't afraid I remember that time that you told me, you said Love is tou...

De arrepiar: António Zambujo & Roberta Sá - "Eu já não sei"

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Uma canção pode ser ponte: Entre mares, entre almas, entre vidas... E aqui, com dois jeitos do falar português, até o Atlântico se faz imenso lago de afectos. Duas margens de mar numa canção: António Zambujo & Roberta Sá . Fado de Domingos Gonçalves Costa e Carlos Rocha, Eu já não sei integrou o DVD Pra se ter alegria , lançado em 2009. Imagens RTP: Prémios A uma Só Voz da Fundação Luso-Brasileira. Casino Estoril, Outubro de 2007.

E quando a dança vai a galope? Fandango!

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Quando o pé foge para a dança, até pode ser a galope... E fandango à beira Tejo! Na Vala Real, cais do Palácio da Rainha, Azambuja! • Bailadores: Jorge Miranda e António Mota • Tocador: Miguel Ouro • Gravado em Outubro de 2014 • Realização: Velhinha Pereira • Som: Telma Freitas Morna Download de: A Dança Portuguesa A Gostar Dela Própria O Grupo de Recriação Etnográfica Madorna integra um projeto maior, o Projeto Moa , que visa a promoção de tradições e memórias da região da Azambuja.

Madredeus - Ao longe o mar

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Com letra e música de Pedro Ayres Magalhães, integrou O Espírito da Paz ,  o terceiro álbum de estúdio dos Madredeus , lançado em 1994 Nessa altura, a banda era composta por: Pedro Ayres Magalhães (guitarra), José Peixoto (guitarra), Rodrigo Leão (teclados), Gabriel Gomes (acordeão) e Fancisco Ribeiro (violoncelo). Inconfundível, a voz de Teresa Salgueiro. • As imagens deste vídeo fazem parte do documentário francês realizado em 1995: Les Açores de Madredeus . Porto calmo de abrigo De um futuro melhor(maior) Porventura(Ainda não está) perdido No presente temor Não faz muito sentido Não esperar (Já não espero) o melhor Vem da nevoa saindo A promessa anterior Quando avistei ao longe o mar Ali fiquei, Parada a olhar Sim, eu canto a vontade Canto o teu despertar E abraçando a saudade Canto o tempo a passar Quando avistei ao longe o mar Ali fiquei, Parada a olhar Quando avistei ao longe o mar Sem querer, deixei-me ali ficar Assista também: • ...

Cristina Branco recria "Construção" de Chico Buarque

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Cristina Branco apaixonou-se pela canção de Chico Buarque. Esta interpretação é um acto de amor! Construção foi lançada pelo cantor e compositot brasileiro em 1971. Por muitos é considerada como uma das suas criações mais emblemáticas. Cristina Branco apossa-se da canção, preenche-a com as sonoridades vocais que lhe são próprias, convoca uma guitarra, uma viola, um contrabaixo e um piano e vai na aventura de recriar melodia e palavras que tantos outros ensaiaram. Vale a pena ouvir. E sentir! Amou daquela vez como se fosse a última Beijou sua mulher como se fosse a última E cada filho seu como se fosse o único E atravessou a rua com seu passo tímido Subiu a construção como se fosse máquina Ergueu no patamar quatro paredes sólidas Tijolo com tijolo num desenho mágico Seus olhos embotados de cimento e lágrima Sentou pra descansar como se fosse sábado Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago Dançou e gargalhou como s...

E quando, dos sabores, se faz música? Serão músicas de comer?

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Os prazeres não têm limites ou balizas definidas. Podem perfeitamente associar-se, misturar-se, transmutar-se. É também o que têm de bom: Provocam e instigam - à repetição e à reincidência! Sentimentos, gostos ou vontades de prazer não se arrumam em gavetas nem se guardam em ficheiros - aí está uma coisas que os computadores e o marketing ainda não conseguiram sistematizar ou domesticar. Valha-nos a indisciplina da busca e do desejo... Ao menos isso! E, alguma das canções mais saborosas, acabam por falar de pratos, petiscos, prazeres de mastigação ou de libação. Não iremos fazer nenhuma enumeração exaustiva nem traremos aqui os resultados de nenhuma pesquisa ou recolha. Como acto de fruição, basta-nos a memória e a recordação de sabores, palavras e melodias. A esmo! De imediato vêm à lembrança algumas canções de Saborear : Caracóis - Amália Rodrigues Açorda de Coentros e Alhos - Tradicional Alentejana Coentros e Rabanetes - Rodrigo Oiça lá ó senhor vinho - Mariza...

Durante 4 dias, Tavira faz... Dieta!

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Feira da Dieta Mediterrânica - das margens do Gilão à colina de Santa Maria, no Centro Histórico de Tavira. Até 4 de Setembro, serão provas e espectáculos a celebrar a herança cultural de sabores que recebemos dos nossos antepassados. À feira e mercado de produtores, vão juntar-se os concertos, o teatro as danças, as arruadas das filarmónicas e charangas. Honra e destaque às Leguminosas,no âmbito do Ano Internacional decretado pela FAO. Apresentação de edições de livros e discos, conferências e debates, visitas ao património e às exposições na cidade, jogos e espetáculos para crianças, jardim mediterrânico, restaurantes e tascas, artesanato… Outros argumentos de atracção até aquelas bandas de Algarve. Dulce Pontes, os sons flamencos de Vicente Amigo, os Adiafa e muita música do mediterrâneo (de Itália a Marrocos) compõem um programa de espectáculos cheio e intenso. Espreite aqui o Programa completo. A Rota da Dieta Mediterrânica (RDM) é uma iniciativa enquadrada n...

Primeiro dia do resto da tua vida, canta o Sérgio Godinho

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  A voz e as músicas de Sérgio Godinho acompanham-nos há tanto tempo que passaram a ser parte de nós. Deixou que os que vibravam - e em coro cantavam as suas canções - se tornassem avós. Para arrastar os filhos e agora povoar concertos com os netos. Impressionante a gente nova que arrasta para os seus concertos. Ele que já entrou na casa dos 70. Um escritor de canções que não têm idade, que não perdem actualidade: Sempre actuantes e interventivas, num universo de força, beleza e equilibrio estético! Apeteceu esta. Apenas para desejar que hoje seja o primeiro dia do resto das nossas vidas . De fazer, de sonhar, de viver... Com alegria, paixão e esperança! • Primeiro Dia faz parte do álbum Pano Cru , editado em 1978 A principio é simples, anda-se sozinho Passa-se nas ruas bem devagarinho Está-se bem no silêncio e no burburinho Bebem-se as certezas num copo de vinho E vem-nos à memória uma frase batida Hoje é o primeiro dia do resto da tua vida Pouco...

"Ai Jesus, que moça esquiva"... É mesmo o "Diabo na Cruz"!!!

Andam por aí numa fona. Tiveram um Verão cheio de espectáculos e festas. Passearam praias, e festas, não falharam palcos de largos, praças e romarias. Só não alinham nas procissões: Aí também não ficaria muito bem pôr... o Diabo na Cruz ! Sobre  esta música escrevia, no blogue do Grupo, Jorge Cruz, o seu líder:   É uma canção sobre aquela tensão típica entre homem e mulher que é tão interessante. Quer a tensão doméstica, quer a tensão de quem sai à rua, de quem sai à noite à procura de um amor. (...) este casalinho da Moça Esquiva parece-me bastante simpático na forma como anda sempre às cabeçadas mas se interessa tanto um pelo outro. Um vídeo com Realização de Marco Oliveira e Direcção de Fotografia de Pedro Azevedo Ao Copenhaga Fui abraçar-te Choraste por embaraçar-te Areal da praia Pedi noivado Melhor teria sido Ter-te atraiçoado Riba arriba bate bate Como trovoada Teu coração de donzela alvoraçada Refilas, desfilas Afias os meus sonhos...

"Porque os outros se compram e se vendem / E os seus gestos dão sempre dividendo"

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Sophia de Mello Breyner Andresen Muitos dos que, nos anos 70, fizeram desta canção coro de protesto e revolta contra a Ditadura não saberiam, nessa altura, que estavam a entoar um poema de Sofia de Mello Breyner. Francisco Fanhais - aliás Padre Fanhais , como era então reconhecido - chegava com a sua viola e começava a cantar. As vozes presentes haviam de se lhe juntar. E esta era uma das canções que nunca podia faltar! Os poemas não têm idade. As palavras de Sofia - todas estas décadas depois, com uma queda de Ditadura e a chegada da Democracia pelo meio - continuam perfeitamente actuais e actuantes!. Claro que agora não há o risco de a Polícia Política desatar a prender cantantes e coro. O que já faz diferença grande...! Integrou o LP "Canções da Cidade Nova", editado em1970 Porque... Porque os outros se mascaram mas tu não Porque os outros usam a virtude Para comprar o que não tem perdão. Porque os outros têm medo mas tu não. Porque os outros são os ...

"Chegarei amor na volta da maré" - Sete mares - Sétima Legião

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Esta é bem especial: ► Um excerto do Concerto dos 30 Anos dos Sétima Legião . Com uma das suas músicas mais marcantes. Essa mesmo... Sete Mares ! A canção que integrou o álbum Mar D'Outubro , lançado em 1987.  Saboreiem este vídeo da Terra Líquida Filmes : Tem mil anos uma história de viver Há mil anos de memória a contar ai, cidade á beira-mar azul Se os mares são só sete há mais terra do que mar ... Voltarei amor com a força da maré ai, cidade à beira-mar ao Sul Hoje Num vento do Norte Fogo de outra sorte Sigo para o Sul Sete mares Foram tantas as tormentas que tivemos de enfrentar... Chegarei amor na volta da maré ai, troquei-te por um mar azul Hoje Num vento do Norte fogo de outra sorte Sigo para o Sul Azul

"Saudade é tudo o que fica, depois de tudo morrer"

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  Estranha palavra esta... saudade! Tantos matizes e sentidos. Parece ganhar ainda significado especial para quem vive numa ilha. Ou para quem... da ilha parte para o outro lado do mar. Que pode ser aqui no continente ou nas Américas. Esta Saudade é canção que já vimos bailada em diversas ilhas do Açores. Uma das mais comoventes e significativas terá sido na Ilha do Corvo, quando lá estive com o Passeio de Jornalistas - que nessa altura eu organizava. E daquela noite corvina muitas recordações terão ficado à vintena de profissionais da comunicação social que comigo navegaram na Lancha do Mestre Augusto da ilha da Flores até aquela que é a ilha mais pequena do arquipélago dos Açores. Mas estes cantadores de São Jorge também eu conheço bem. Das minhas andanças peregrinas - quando a rádio ainda se fazia "directa e sem rede de qualquer terra de língua portuguesa". Outros tempos...! • Gravação: Beira, S. Jorge, Açores - 24/04/2011 • Realização: Tiago Pereira • ...

Madredeus - "Oxalá"

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Em 2000, os Madredeus publicaram uma compilação dos melhores êxitos da banda. Estão lá as músicas que fizeram a história do Grupo. Quase todas compostas por Pedro Ayres Magalhães. Com a dominante da voz inconfundível de Teresa Salgueiro. Chamaram Antologia a este álbum. Integrava 2 canções anteriormente não editadas: As Brumas do Futuro , tema do filme Capitães de Abril , da realizadora Maria de Medeiros, e este Oxalá , que aqui vos trazemos. Vídeo com direcção de João Nuno Pinto , com Cacá e Wayne dos Santos Oxalá, me passe a dor de cabeça, oxalá Oxalá, o passo não me esmoreça; Oxalá, o Carnaval aconteça, oxalá, Oxalá, o povo nunca se esqueça; Oxalá, eu não ande sem cuidado, Oxalá eu não passe um mau bocado; Oxalá, eu não faça tudo à pressa, Oxalá, meu Futuro aconteça Oxalá, que a vida me corra bem, oxalá Oxalá, que a tua vida também; Oxalá, o Carnaval aconteça, oxalá Oxalá, o povo nunca se esqueça; Oxalá, o tempo passe, hora a hora, Oxalá, que ningué...